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Cachorro-quente de feijoada: a delícia que conquista o Rio

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Cachorro-quente de feijoada: a delícia que conquista o Rio

Se você é fã de gastronomia e adora experimentar novas delícias, com certeza já ouviu falar do cachorro-quente de feijoada. Essa iguaria tem conquistado o coração (e o estômago) dos cariocas, especialmente na Ilha do Governador. Mas o que torna esse lanche tão especial? Neste artigo, vou contar a história por trás dessa criação deliciosa e como ela se tornou um verdadeiro fenômeno no Rio de Janeiro.

A origem do cachorro-quente de feijoada

A história do cachorro-quente de feijoada começa com Rosi Coelho, uma mulher de 65 anos que tem uma trajetória incrível na gastronomia. Desde 1988, Rosi tem se dedicado a cozinhar e criar pratos que encantam a todos. A ideia do cachorro-quente de feijoada surgiu em 2022, quando Rosi estava em seu antigo quiosque, que era bem menor do que o atual.

Naquela época, ela queria fazer uma roda de samba com feijoada para a Consciência Negra, mas o espaço não permitia. Foi então que, ao passar por uma barraca de cachorro-quente, teve um estalo. Rosi lembrou-se de uma mistura que sua mãe fazia chamada “roupa velha”, que consistia em carne seca e lombo desfiado. Essa lembrança a inspirou a criar o recheio do cachorro-quente.

Os ingredientes que fazem a diferença

O cachorro-quente de feijoada é uma combinação perfeita de sabores. O pão é recheado com uma mistura de carne seca e lombo desfiado, refogados com cebola e alho. Para dar um toque especial, Rosi acrescenta linguiça cozida no próprio feijão e finaliza com um punhado de couve crocante e bacon frito. Ao lado, uma rodela de laranja e um shot de feijão completam a experiência.

Essa combinação inusitada tem atraído não apenas os moradores da Ilha do Governador, mas também turistas de várias partes do Brasil e até do exterior. A aceitação foi tão boa que, logo após a criação, Rosi testou a receita com amigos e a colocou no quiosque. O resultado? Um sucesso estrondoso nas redes sociais, com mais de 2 milhões de visualizações em um vídeo que mostrava a iguaria.

O quiosque “Lá na Rosi”

O quiosque “Lá na Rosi” se tornou um ponto de encontro para quem deseja experimentar essa delícia. Localizado na praia do Zumbi, o espaço é pequeno, mas sempre cheio. Rosi atende os clientes pessoalmente, conversando e garantindo que todos tenham uma boa experiência. Ela acredita que a interação com os clientes é fundamental para o sucesso do seu negócio.

O quiosque abre de quinta a domingo e, em um dia comum, Rosi consegue vender cerca de 80 cachorros-quentes. Nos finais de semana, esse número pode ultrapassar 120. Além do cachorro-quente de feijoada, o cardápio inclui caldos e outros petiscos, todos preparados com muito carinho.

A paixão pela cozinha

Rosi sempre teve uma paixão pela cozinha. Desde criança, ela ajudava sua mãe a preparar as refeições. Mesmo tendo trabalhado em outras áreas, como navegação, a culinária sempre foi uma constante em sua vida. Após anos de experiências, incluindo a abertura de restaurantes em Portugal, Rosi decidiu voltar ao Brasil e abrir seu quiosque.

Ela acredita que a chave para o sucesso é fazer comidas que ela mesma gosta de comer. Rosi está sempre em busca de novas ideias e adaptações para o cardápio, garantindo que seus pratos sejam únicos e saborosos.

O impacto da fama

A fama do cachorro-quente de feijoada trouxe muitos visitantes ao quiosque de Rosi. Pessoas de diferentes estados e até de outros países têm feito fila para experimentar essa iguaria. Rosi se sente grata por todo o reconhecimento, mas também é cautelosa em relação à expansão do seu negócio. Ela prefere manter a qualidade e o atendimento próximo, sem perder a essência do que criou.

Rosi planeja se aposentar em dois anos, mas até lá, seu foco é continuar atendendo bem os clientes e criando novas receitas. Ela acredita que a simplicidade e o amor pela comida são o que realmente fazem a diferença.

Conclusão

O cachorro-quente de feijoada é mais do que um lanche; é uma experiência gastronômica que reflete a cultura e a criatividade do povo carioca. A história de Rosi Coelho é inspiradora e mostra como a paixão pela culinária pode transformar vidas. Se você ainda não experimentou essa delícia, não perca a oportunidade de visitar o quiosque “Lá na Rosi” e se deliciar com essa iguaria que conquistou o Rio de Janeiro.

Para mais informações sobre essa história incrível, você pode conferir a fonte de referência aqui.

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